sexta-feira, 29 de junho de 2012
ENC: Fw: SIGURANSSA DO TRABÁIO
|
The information contained in this message is privileged and intended only for the recipients named. If the reader is not a representative of the intended recipient, any review, dissemination or copying of this message or the information it contains is prohibited. If you have received this message in error, please immediately notify the sender, and delete the original message and attachments.
terça-feira, 26 de junho de 2012
segunda-feira, 25 de junho de 2012
quinta-feira, 21 de junho de 2012
quarta-feira, 20 de junho de 2012
terça-feira, 19 de junho de 2012
ENC: Frase do dia
"O problema não é a sua esposa colocar suas malas na rua...
o importante é você não estar dentro delas"
segunda-feira, 18 de junho de 2012
sexta-feira, 15 de junho de 2012
'Economist': salários de servidores no Brasil são 'roubo' ao contribuinte
15 de junho de 2012 • 05h37 • atualizado 05h52
Uma reportagem na edição desta semana da revista britânica Economist afirma que altos salários pagos a parte dos funcionários públicos do Brasil são um "roubo ao contribuinte". Os dados sobre a remuneração dos servidores foram revelados recentemente por meio da Lei de Acesso à Informação.
"A presidente Dilma Rousseff está usando a lei sancionada no mês passado, originalmente criada para ajudar a desvendar atrocidades cometidas pelo regime militar, para expor os gordos salários de políticos e burocratas", diz a revista.
A Economist cita como exemplo de abuso o fato de mais de 350 funcionários da prefeitura de São Paulo ganharem mais que o presidente da Câmara, cujo salário líquido é de R$ 7.223, segundo a Economist.
A publicação compara o salário de uma enfermeira-chefe da prefeitura do município, de R$ 18.300, com a média salarial da iniciativa privada, e conclui que o salário da servidora é 12 vezes mais alto que o pago pelo mercado.
A reportagem lembra que, por lei, nenhum funcionário público pode ganhar mais que R$ 26.700 - a remuneração dos juízes de instâncias federais superiores. Porém, um terço dos ministros e mais de 4 mil servidores federais teriam rendimentos superiores a esse teto. Incluindo o presidente do Senado, José Sarney, cujo salário chegaria a R$ 62 mil, devido a um acúmulo de pensões.
A revista também classifica como um "roubo ao contribuinte" o fato de membros do Congresso receberem 15 salários por ano, enquanto a maioria dos brasileiros recebe 13.
terça-feira, 12 de junho de 2012
12/06/2012 06h00 - Atualizado em 12/06/2012 06h29
Após perder a memória, homem se apaixona de novo pela mulher, no ES
Alcino e Priscila precisaram se reconquistar e tiveram dois 'primeiros beijos'.
'Não tinha lembrança, mas o amor estava ali', conta Alcino.
Amanda Monteiro Do G1 ES
15 comentários
Alcino perdeu a memória e contou com o amor de Priscila para reconstruir a vida e a família (Foto: Rafael Zambe/ G1 ES)
Na madrugada do dia 18 de janeiro deste ano, Alcino Garajau acordou com vontade de ir ao banheiro, mas não sabia quem era a mulher que estava ao lado dele, nem mesmo onde ficava o banheiro. Não se lembrava do próprio nome, nem sabia que a criança que chorava no quarto ao lado era sua filha. Por dois meses, ele ficou sem se lembrar de nada, conhecendo a própria história por fotos e confiando no que dizia aquela mulher que estava ao lado dele desde que acordou.
"Mesmo sem conhecê-la, eu me sentia muito confortável ao lado dela. Não tinha lembrança, mas o amor estava ali", conta. E foi o amor que deu à Priscila Damasceno toda a calma e paciência para reconquistar Alcino e ajudá-lo na recuperação. Neste Dia dos Namorados, o casal celebra o 'novo começo' feliz, bem longe do final.
Alcino e Priscila tiveram dois 'primeiros beijos': antes e depois da perda de memória. Mas Alcino afirma que o segundo foi ainda melhor.
"Confiava nela, mesmo com tudo muito confuso na minha cabeça. Via a dedicação dela. Nossa filha Cristina tinha poucos meses e eu via a Priscila tendo que cuidar de duas crianças: eu e ela. Vi o amor que ela tinha por mim e pela nossa família. Um dia chamei a Priscila para sair, porque eu sentia vontade de conhecê-la como mulher. Fomos dar uma volta na praia, em Vitória, e tudo aconteceu naturalmente, rolou o 'primeiro' beijo. E foi 'o' beijo", conta Alcino.
Para Priscila, o momento não foi menos especial. "Confesso que estava com muito medo. A expectativa era grande. Quando saímos para conversar na praia, acabou acontecendo naturalmente. E foi muito bom!", lembra.
saiba mais
O susto
No dia em que Alcino acordou sem memória, a reação dos dois foi de susto. Ele chorou muito, entrou em desespero e não queria sair do quarto. "Ver minha filha foi um baque. Ela estava chorando, a Priscila a acalmou e me apresentou para ela. O impressionante foi que ela também não me reconheceu. Ela sabia que não era a mesma pessoa, que o pai dela não estava ali. Fomos reconquistando um ao outro, construindo o relacionamento de pai e filha", diz.
Priscila conta que mostrou a aliança dos dois, para ele ver que eram iguais. Trouxe fotos de momentos vividos juntos, mostrou a filha e fez de tudo para que ele confiasse nela e tentasse recuperar a memória.
"Fomos a vários médicos e eles disseram que o problema poderia ser psicológico, que poderia ser estresse e até hoje não sabemos ao certo a causa da perda de memória. Mas o tempo todo eu tive uma paciência incomum, uma calma de Deus, para tentar fazer ele lembrar as coisas", conta Priscila.
'Não tinha lembrança, mas o amor estava ali'
(Foto: Rafael Zambe/ G1 ES)
A primeira lembrança
Depois de dois meses, alguns flashes de memória começaram a aparecer. E a primeira lembrança que Alcino teve de Priscila foi do dia em que a viu pela primeira vez.
"Lembrei-me da escada. Eu trabalhava em uma gráfica, ela é jornalista e toda semana a gente se falava por telefone para resolver coisas de trabalho. A primeira vez que ela foi lá na gráfica, eu saí para atendê-la. Lembro que desci a escada e a vi pela primeira vez. Fiquei bobo, não sabia o que dizer. E quando lembrei, tudo voltou à tona, fiquei bobo novamente", diz.
Os flashes foram ficando mais frequentes e as conversas o ajudavam a ter cada vez mais lembranças. "Lembranças e não só esperança. Isso foi o mais surpreendente no começo, porque é agoniante perder a memória. Como tentar lembrar uma palavra que você conhece, ou o nome de um ator, e não conseguir. Imagina isso o tempo todo, para tudo. Eu tinha esperança de lembrar sempre que as pessoas falavam comigo. E quando comecei a lembrar, ficava em dúvida se era lembrança mesmo ou esperança".
Com medo de perder a memória novamente, Alcino passou a anotar tudo o que fazia durante o dia, em um diário. "Peguei um caderno e escrevia nele tudo o que fazia. Quase compulsivamente. Tinha muito medo de perder a memória novamente e escrever me dava uma certa segurança. Notei que minha caligrafia é diferente de antes da perda de memória", conta.
O presente
Até hoje não se sabe ao certo o que causou a perda de memória de Alcino. Os médicos atribuem ao estresse e ao psicológico. Um diagnóstico recente mostrou que ele tem uma veia entupida na cabeça, que provoca dores constantes e prejudica o sono. O médico investiga se há ligação entre os casos, mas Alcino deve passar por cirurgia nos próximos dias.
"Nossa filha está com 11 meses, nós mudamos de casa, para ficar mais perto da família. Alcino não pode andar sozinho, porque pode ter vertigem ou até mesmo perder a memória novamente, segundo os médicos. Mas estamos juntos e felizes. Hoje, nosso relacionamento está mais forte. E eu espero que nosso amor dure para sempre", diz Priscila.
Casal afirma que o relacionamento está mais forte (Foto: Rafael Zambe/ G1 ES)
tópicos:
quarta-feira, 6 de junho de 2012
sexta-feira, 1 de junho de 2012
O PODER NA SIRIA
http://noticias.terra.com.br/mundo/noticias/0,,OI5808179-EI17594,00-Menino+finge+estar+morto+e+escapa+de+massacre+na+Siria.html
Menino finge estar morto e escapa de massacre na Síria
01 de junho de 2012 • 13h18 • atualizado às 13h37
Ali al Sayed, 11 anos, viu a mãe e o irmão serem mortos por soldados e fingiu estar morto na ofensiva a Houla
Foto: Reprodução
Comentar 0
O menino Ali al Sayed, 11 anos, diz ter sido um dos únicos sobreviventes do massacre cometido na cidade de Houla, na Síria. O ataque em que 108 pessoas foram mortas, muitas delas crianças, vem sendo atribuído às tropas do governo da Síria e a milicianos ligados ao regime do presidente Bashar al-Assad.
O garoto conta ter visto soldados disparando cinco vezes contra sua mãe e, em seguida, atirando em seu irmão Nader, 6 anos, na cabeça e nas costas. Ali conta que após ter ficado totalmente encoberto pelo sangue do irmão, ele se deitou no chão e fingiu que estava morto.
Ativistas sírios estimam que um total de mil crianças já tenham sido mortas no conflito. A estimativa de grupos de direitos humanos é de que o confronto entre rebeldes e forças do governo já matou 12 mil pessoas no país.





















